domingo, 21 de dezembro de 2014

A Aventura do Pudim de Natal - Parte 1

Olá, mergulhadores!

Hoje eu venho postar a primeira de duas partes do especial de Natal com Agatha Christie. O livro A Aventura do Pudim de Natal tem seis contos da “Rainha do Crime”. Neste post, vou falar sobre três deles. Os outros três ficarão para a segunda parte, okay?! Vamos lá!



1 – A Aventura do Pudim de Natal

O detetive Hercule Poirot é solicitado para investigar o caso do desaparecimento de um rubi. A joia pertencia a um príncipe, que tinha a intenção de abafar o escândalo. Dias antes do Natal, Poirot chega a uma casa de campo na Inglaterra para passar as festas de fim de ano. As crianças resolvem preparar um “trote de Natal” para o convidado, simulando a cena de um crime. Poirot já estava intrigado por causa de um bilhete anônimo, que o alertava para não comer o pudim de passas que seria servido na ceia. Ele então se aproveitou da ingenuidade das crianças e usou a brincadeira como um mecanismo para solucionar o caso do rubi desaparecido.

A trama é bem simples, mas Agatha Christie conseguiu transformá-la em um mistério gostoso de ler. A história consiste, basicamente, em personagens querendo pregar peças uns nos outros. As crianças tentam enganar Poirot, que revida e acaba enganando também os leitores. Um Natal divertidíssimo!

2 – O Mistério do Baú Espanhol

Saiu uma matéria no jornal com a seguinte manchete: MISTÉRIO DO BAÚ ESPANHOL. ÚLTIMOS DETALHES. Hercule Poirot logo se interessou pelo caso, que se tratava do assassinato de Arnold Clayton. Seis pessoas estavam em uma festa, à noite, numa sala com um grande baú espanhol encostado na parede. No dia seguinte, o mordomo encontrou o tapete manchado de sangue e foi observar de onde vinha aquele líquido vermelho, constatando que saía de dentro do baú. Em pouco tempo, o caso estava nas mãos de Poirot, a pedido da viúva Margharita Clayton, que solicitou o trabalho do detetive para descobrir quem havia assassinado o seu marido.

Esse é um modelo tradicional das histórias de Agatha Christie. O mistério é bem maior do que o do primeiro conto. Mas, como se trata de uma história curta, tudo é mais objetivo, embora o enredo pudesse render um livro maravilhoso. A autora lançou todas as pistas, no entanto, só consegui captar algumas partes soltas.

3 – O Reprimido

Quando o Sr. Reuben Astwell é assassinado em sua casa, o detetive Hercule Poirot entra em ação para solucionar o crime. Embora a polícia já tivesse prendido o jovem Charles Leverson, sobrinho da vítima e um dos principais suspeitos, a perspicácia de Poirot dizia que aquele não parecia ser o fim do mistério. Com o seu jeito peculiar de investigar e de analisar o comportamento humano, o detetive descobre que muitas pessoas que rodeavam Reuben Astwell tinham interesse em vê-lo morto.

O conto começa com o depoimento de uma das testemunhas e, aos poucos, o leitor vai se situando sobre o crime ocorrido. Como sempre, a lista de suspeitos vai crescendo a cada página. O ponto forte foram os personagens explosivos, intensos. Como quase todos eles são parentes, a tensão se tornava ainda maior. Agatha Christie desenvolveu os conflitos familiares com maestria.

CONTINUA...



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