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sexta-feira, 31 de outubro de 2025

O último treino

Há muito tempo, vi uma publicação no Facebook que dizia mais ou menos assim: “um dia, você e seus amigos saíram para brincar pela última vez, e nenhum de vocês percebeu”. Refleti sobre isso semanas atrás e me dei conta de que um dia joguei vôlei com meus companheiros no Instituto São José sem saber que era a última vez.

Sigam em frente e conheçam o restante dessa história!

Quadra Poliesportiva Maria Haydée de Sena | Aracati/CE
(Google Street View)

quinta-feira, 6 de março de 2025

Olimpíadas Escolares 2011: da frustração ao meu primeiro livro

Olá, mergulhadores!

Este post é especialmente dedicado à apresentação do meu primeiro livro, fruto de uma grande frustração que vivi nas Olimpíadas Escolares 2011. Venham comigo e saibam mais sobre Primeiros erros!

Uniforme que inspirou a capa do livro

domingo, 6 de junho de 2021

4 lições da faculdade de Jornalismo que eu aplico como revisor

Olá, mergulhadores!

Há muitas coisas que a faculdade de Jornalismo não ensina, mas eu aprendi lições que uso no meu dia a dia para ser um profissional de revisão cada vez melhor. Venham conferir quais são!



quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Dicas de como economizar dinheiro para comprar livros

Olá, mergulhadores!

Vocês já se frustraram com o fato de nunca sobrar uma grana no fim do mês para comprar livros? Isso pode ser comum na vida de leitores assíduos, infelizmente. Foi pensando nisso que eu preparei este post com dicas básicas de como economizar dinheiro. Venham comigo!



segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Revisor de texto consegue ler por diversão?

Olá, mergulhadores!

Já tem um tempo que eu não consigo colocar meus mergulhos em dia nem publicar aqui no blog com a frequência de antes. Então, algumas semanas atrás, fiz a mim mesmo a seguinte pergunta: será que revisor de texto consegue ler por diversão? Bom, levando em conta que isso varia de pessoa para pessoa, vou responder com base na minha experiência. Confiram!



terça-feira, 9 de abril de 2019

Além dos livros: um pouco sobre a minha rotina

Olá, mergulhadores!

Decidi vir aqui hoje para compartilhar com vocês algumas informações sobre o meu dia a dia além dos livros. Já faz um tempo que eu postei uma lista com 10 coisas aleatórias sobre mim, então achei que seria interessante me abrir um pouco mais. Tenham um ótimo mergulho!


sexta-feira, 22 de março de 2019

O que aconteceu com o blog Mergulhando na Leitura?

Olá, mergulhadores!

Quem é vivo sempre aparece, não é mesmo? É fato que o blog Mergulhando na Leitura anda bem devagar nos últimos meses. Eu lamento profundamente que isso esteja acontecendo, mas venho aqui para tentar explicar os motivos que me levaram a parar com a frequência de postagens. Acompanhem!


domingo, 21 de maio de 2017

Arte e educação: os benefícios do origami

Olá, mergulhadores!

Em 2014, tive uma experiência muito legal em uma oficina na universidade onde me formei. Gostei tanto que decidi pesquisar um pouco mais sobre os benefícios do origami para compartilhar aqui no blog. Espero que gostem!

Goreth usa o origami para auxiliar nas atividades em sala de aula
Goreth usa o origami para auxiliar nas atividades em sala de aula (Foto: Alexandre Fonseca)

terça-feira, 25 de abril de 2017

Poema: A Moreninha

CONTÉM SPOILER

Joaquim Manuel de Macedo
Trata como filha a sua história
Um romance de amor verdadeiro
Que ficará para sempre na memória

sexta-feira, 31 de março de 2017

Não sou um robô

Sim, eu estou vivo. Aqui não é um robô.

Um bom lugar pra relaxar... eu e quem?
Este é o único post que preparei para o mês de março. Desde o começo do blog, eu não o deixava tanto tempo sem novidades. Sempre tentei postar, no mínimo, uma vez por semana. É que nos últimos tempos eu não tive tempo/inspiração/disposição para atualizar o MNL. Perdão!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Bate o sino!

Vai, segura esse sino com vontade e sacode com força. Pede pra sair. Chuta logo a mesa, parceiro. Sem pedir licença. Sem pedir desculpas. Os ponteiros do relógio continuam trabalhando. O tempo é implacável. Por isso, amigo, não espere mais. Anota aí outro conselho de irmão: joga fora esse medo. Ele só te aprisiona. Procure achar o seu lugar no mundo. Aí não é o seu! Os teus sonhos são grandes. Permita-se! Corra atrás agora! Larga tudo e vai ser feliz, antes que seja tarde. Siga em frente. Enfrente!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Âncora

Outro dia eu me peguei pensando qual seria a minha âncora. Uma metáfora para descobrir o que me prende. O que me obriga a permanecer nessa zona tão longe do conforto que eu busco? Não sei. Os dias vão passando rapidamente enquanto eu fico cada vez mais... sei lá. Navegar é bom. O que fode é o medo de me lançar nas águas. A angústia toma conta de mim quando não sei para onde apontar e remar. Eu, homem de pouca fé. Meus ombros doem. Minha mente dói. Procuro respostas em travesseiros durante as noites em claro. Ao tentar me encontrar, sinto que me perco cada vez mais de mim. Eu quero mesmo é me sentir vivo e acreditar que meus esforços valeram a pena. Não posso carregar esse peso por mais tempo. Preciso me livrar dessa âncora que puxa minha autoestima para baixo e enche a minha cabeça de dúvidas. Não quero me arrepender das minhas escolhas lá na frente. Quero voar para bem longe, mesmo sem saber a direção. E para ontem, pois tenho pressa de ser feliz.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

#CONTO: João e Zé ninguéns

Foto: poracaso.com
Zé  fez o mesmo ritual de todas as noites. Bateu o papelão contra a parede para tirar a poeira, como se isso fosse deixá-lo menos sujo. Sacudiu um surrado pedaço de pano, que lhe servia de lençol desde que foi morar na rua, quando a mulher o expulsou por causa da bebida. Hora de deitar em sua cama de papel. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Rio 2016: Vôlei feminino de Camarões fez história!

Olá, mergulhadores!

Esporte em Camarões. Qual é a primeira coisa que vem à mente de vocês? Quem é mais ou menos antenado ao mundo esportivo talvez tenha pensado no jogador de futebol Samuel Eto'o, ídolo nascido no país africano. No entanto, hoje estou aqui para falar sobre a seleção camaronesa de voleibol feminino, que é bem menos popular e que não tem tradição em grandes competições internacionais.

Estão achando o post muito aleatório? É, pode ser. Cá estou, assim mesmo, porque fiquei pensando nesta publicação desde que assisti a um jogo da equipe de Camarões nos jogos olímpicos Rio 2016. Motivo? O brilho que o time demonstrou em quadra, mesmo com várias limitações técnicas; a vontade de vencer; o nítido orgulho de representar seu país pela primeira vez numa olimpíada; e até o estilo das jogadoras também (por que não?). Consegui enxergar tudo isso assistindo somente a uma partida delas.

Foto: Divulgação/Federação Camaronesa de Vôlei

A foto acima mostra a dura realidade do campeonato local em Camarões. O país só tem uma quadra poliesportiva para a prática do vôlei, que fica na capital Iaundé. Então, muitas vezes, os jogos são realizados a céu aberto, em locais improvisados.

sábado, 18 de junho de 2016

Dez cliques


E foi.
Clique.
Levando o mundo nas costas.
Clique.
Luz demais. Gente demais.
Clique.
Roupa demais. Contato demais.
Clique.
Vulnerável demais. Caos demais.
Clique.
Precisava fugir com a bagunça dele.
Clique.
Mordeu o canto da boca. Tentou segurar.
Clique.
Lágrimas salgadas. Pouco fotogênicas.
Clique.
Só mais um pouquinho.
Clique.
Aguentou. Firme?
Clique.
Pronto. Adeus.

sábado, 28 de maio de 2016

Por onde andam as costureiras?

Olá, mergulhadores!

Algumas profissões vêm perdendo espaço ano após ano. Trabalhos manuais foram substituídos por máquinas, gerando o chamado desemprego estrutural. Vale ressaltar que a revolução tecnológica não é a única responsável por esse cenário, mas tem sua parcela de contribuição.

Melhores condições financeiras, por exemplo, levam o indivíduo a comprar um sapato novo em vez de mandar um velho para o conserto, ou a comprar uma roupa nova exposta na vitrine em vez de levar uma peça até uma costureira para que faça pequenos ajustes.

Com isso, o trabalho desses profissionais é muitas vezes ofuscado e até esquecido. Você pode nem imaginar de onde veio a colcha que cobre e decora a sua cama. Talvez nunca tenha pensado nisso. Como seriam as mãos da pessoa que trabalhou naqueles detalhes da costura: lisas e delicadas, ou ásperas, com marcas do tempo? 

Dona Elisa Monteiro, com seus 83 anos, segue à risca os ensinamentos de sua mãe, que a impedia de ficar nas portas dos vizinhos ou de bater papo nas calçadas. Ela foi criada assim e hoje é muito feliz na companhia da sua máquina de costura. O domínio da arte dos tecidos se deu, segundo ela, por meio de muita observação e da ajuda de Deus.

domingo, 24 de abril de 2016

Não vou me livrar


Fui ali, parei por uns dez minutos e comecei a me folhear. Li trechos engraçadíssimos, dignos de grandes espetáculos de comédia. Li também algumas partes que, tenha dó, fazem inveja a qualquer dramalhão mexicano.

Segurei o choro nos capítulos mais difíceis e cocei a cabeça nos momentos em que não entendi nada. Depois disso, fechei os olhos, torcendo para que as minhas páginas em branco sejam preenchidas somente com coisas positivas.

Acho que estou pedindo muito, não é mesmo? Então, vamos combinar assim: vou torcer para que as reviravoltas não prejudiquem o conjunto da minha obra, porque ainda quero terminar com três estrelas, no mínimo. É justo.

Não vou me livrar do meu eu. Só preciso de tempo para colocar minha leitura nos trilhos. Tenho que ler mais um capítulo de mim. Só mais um. E mais outro...

Vou fazer isso com a cara e a coragem, dando um tiro no escuro. É que a vida da gente, meu amigo, não tem uma sinopse pronta. Então, quer saber? Vou me ler assim mesmo e depois compartilho a resenha.

domingo, 17 de abril de 2016

Sede de futuro 2

Saudações!

O post de hoje é uma reflexão. Já fazia tempo que não postava algo assim, então vamos lá.

Comecei a pensar no conteúdo desta publicação quando entrei no blog Nasci Gabriela (é o antigo Memórias de Leitura visitem). Li o texto que a blogueira escreveu, chamado “Sede de futuro”, e, desde então, o tema ficou na minha cabeça. Resolvi postar sobre isso aqui também, dando o meu olhar.

Coincidentemente, eu estava no ônibus certo dia e vi uma frase em um dos assentos (foto abaixo). A atitude de quem escreveu não foi correta, mas a pergunta marcada ali me chamou tanta atenção, que a registrei. Juntei a fome com a vontade de comer e nasceu a postagem que vocês estão lendo. 

Se não houver outra vida, essa você viveu? Será que existe um jeito certo de viver? Um único caminho? Que manual devemos seguir? Podemos até não saber todas as respostas, mas se tem uma coisa que atrasa a vida da gente é ficar pensando demais no futuro. Temos uma ansiedade, um desejo absurdo de descobrir o que nos espera lá na frente. Até que ponto isso é positivo? Até que ponto isso pode interferir no nosso presente?

quarta-feira, 23 de março de 2016

Fumê

Por trás do vidro fumê
A vida existe
E acontece
E passa
Borboletas brincam
Movimentam-se eufóricas
Dançando em forma de oito
Celebrando pequenos infinitos
Por trás do vidro fumê
Passam pares de pernas
Olhos brilhantes
Risadas sem sons...
Rostos desconhecidos
Procuram janelas
Espelhos improvisados
E do outro lado
Na solidão da espera
Alguém só observa
A vida existindo lá fora
E acontecendo
E passando
Por trás do vidro fumê