sábado, 30 de julho de 2016

quarta-feira, 20 de julho de 2016

[Parceria] - Edson Kazienko do Carmo

Oi, mergulhadores!

Capa de "Meu irmão, meu herói", livro de
estreia de Edson Kazienko do Carmo 
Estava eu no meu canto
Já quase ao final do dia
Quando chegou uma mensagem:
Pedido de parceria!

Como aqui no blog
Livro nacional tem vez
Aceitei rapidamente
E vou mostrar a vocês...

Edson Kazienko do Carmo
Começou com o pé direito
Então conheçam o livro dele
E façam bom proveito.


Ygo Maia
Sinopse:

A história relata a vida de dois irmãos, Estefano e Alexandre, que ficaram órfãos logo no início da Segunda Guerra Mundial, possuindo apenas um relógio de bolso com o desenho de sua família dentro, esse objeto é a única lembrança que as crianças têm de seus pais, e quando se veem sozinhos, eles decidem encontrar seu tio que mal os conhece, e que vive em uma cidade localizada a mais de 400 km de onde estão, mas as crianças não imaginam isso e assim eles embarcam em uma aventura perigosa, dramática, engraçada e envolvente, passando por muitos lugares, e conhecendo várias pessoas que os ajudam ou que tentam machucá-los. A história relata vários acontecimentos e lugares dessa época, tais como: a construção do gueto de Varsóvia; do campo de concentração de Ravensbrück na Alemanha; as coisas boas e ruins que o povo polonês e alemão foram capazes de fazer, e a genialidade e determinação que as crianças desempenham no decorrer dos episódios para poderem sobreviver em meio a tantas injustiças.




Sobre o autor:

Edson Kazienko do Carmo nasceu em Guarani das Missões - RS, mas vive atualmente em Foz do Iguaçu - PR, onde formou-se em Educação Física e trabalha como professor e escritor. "Meu irmão, meu herói", publicado em 2016 pela Editora Multifoco, através do selo Dimensões Ficção, é o livro de estreia do autor.




sábado, 16 de julho de 2016

Top 5 - Casamentos de novelas

Olá, mergulhadores!

Fazia tempo que não rolava um top 5 por aqui, hein? Hoje, eu trouxe uma lista com cinco casamentos de novelas. As cenas foram escolhidas por causa dos barracos na igreja, revelações (ou as duas coisas), entre outros aspectos. Acompanhem aí!



5º lugar: Império (2014/2015)

quarta-feira, 6 de julho de 2016

#Resenha: "O Vilarejo"

Título: O Vilarejo

Autor: Raphael Montes

Ano de lançamento: 2015

Editora: Suma de Letras

Nº de páginas: 96


# A história

O livro traz sete contos, divididos de acordo com os sete pecados capitais. Cada um leva o nome de um demônio, que, segundo a classificação feita pelo padre, teólogo e demonologista, Peter Binsfeld, em 1589, existe uma relação entre os demônios e os sete pecados.

Os “Reis do Inferno” que invocam o mal nas pessoas são: Asmodeus (luxúria), Belzebu (gula), Mammon (ganância), Belphegor (preguiça), Satan (ira), Leviathan (inveja) e Lúcifer (soberba).

As sete histórias se passam em um vilarejo isolado, que aos poucos vai sendo dizimado pela neve e pela fome. Em situação degradante, os moradores do lugar ficaram ainda mais propensos ao pecado. O mal já estava lá, apenas foi potencializado.

# Opinião

Fazia muito tempo que eu não lia um livro de terror e tive o prazer de retornar a esse tipo de leitura com O Vilarejo. Terminei concordando em gênero, número e grau com o comentário da Fernanda Torres estampado na capa: a obra de Raphael Montes não deixa nada a dever a Stephen King.

Arregalei os olhos, deixei o queixo cair e fiz várias caretas durante boa parte do livro. Isso porque as descrições das cenas são muito chocantes. Acredito que eu reagi como qualquer ser humano “normal”, mas ainda bem que li sem ninguém por perto, senão as pessoas iam me chamar de louco – o que seria constrangedor, no mínimo.

Todas as histórias são macabras e impactantes, mas a explicação sobre a origem do livro, dada pelo autor no prefácio da obra, também chama muita atenção. Ele conta que teve acesso a três cadernos ilustrados que traziam histórias de horror e violência. A narrativa se dividia em sete capítulos e o idioma era desconhecido para ele.

Ao fazer algumas pesquisas, ele descobriu que os textos haviam sido escritos em cimério (uma língua morta). Em seguida, pediu que um professor o ajudasse com a tradução, mas recebeu uma resposta negativa. Então, ele mesmo se dedicou durante meses para traduzir os textos e ordenar as histórias como achou ideal.

Todo esse trabalho valeu muito a pena, pois resultou nesse livro intrigante e perturbador que me inquietou do início ao fim. Para quem gosta de histórias de terror, com direito a tortura e assassinatos brutais, O Vilarejo é um verdadeiro banquete. Sirvam-se!