domingo, 24 de abril de 2016

Não vou me livrar


Fui ali, parei por uns dez minutos e comecei a me folhear. Li trechos engraçadíssimos, dignos de grandes espetáculos de comédia. Li também algumas partes que, tenha dó, fazem inveja a qualquer dramalhão mexicano.

Segurei o choro nos capítulos mais difíceis e cocei a cabeça nos momentos em que não entendi nada. Depois disso, fechei os olhos, torcendo para que as minhas páginas em branco sejam preenchidas somente com coisas positivas.

Acho que estou pedindo muito, não é mesmo? Então, vamos combinar assim: vou torcer para que as reviravoltas não prejudiquem o conjunto da minha obra, porque ainda quero terminar com três estrelas, no mínimo. É justo.

Não vou me livrar do meu eu. Só preciso de tempo para colocar minha leitura nos trilhos. Tenho que ler mais um capítulo de mim. Só mais um. E mais outro...

Vou fazer isso com a cara e a coragem, dando um tiro no escuro. É que a vida da gente, meu amigo, não tem uma sinopse pronta. Então, quer saber? Vou me ler assim mesmo e depois compartilho a resenha.

domingo, 17 de abril de 2016

Sede de futuro 2

Saudações!

O post de hoje é uma reflexão. Já fazia tempo que não postava algo assim, então vamos lá.

Comecei a pensar no conteúdo desta publicação quando entrei no blog Nasci Gabriela (é o antigo Memórias de Leitura visitem). Li o texto que a blogueira escreveu, chamado “Sede de futuro”, e, desde então, o tema ficou na minha cabeça. Resolvi postar sobre isso aqui também, dando o meu olhar.

Coincidentemente, eu estava no ônibus certo dia e vi uma frase em um dos assentos (foto abaixo). A atitude de quem escreveu não foi correta, mas a pergunta marcada ali me chamou tanta atenção, que a registrei. Juntei a fome com a vontade de comer e nasceu a postagem que vocês estão lendo. 

Se não houver outra vida, essa você viveu? Será que existe um jeito certo de viver? Um único caminho? Que manual devemos seguir? Podemos até não saber todas as respostas, mas se tem uma coisa que atrasa a vida da gente é ficar pensando demais no futuro. Temos uma ansiedade, um desejo absurdo de descobrir o que nos espera lá na frente. Até que ponto isso é positivo? Até que ponto isso pode interferir no nosso presente?

quarta-feira, 13 de abril de 2016

#Resenha: "Três dedos de morte"

Oi, mergulhadores!

O post de hoje é sobre o livro de contos “Três dedos de morte”.

Título: Três dedos de morte

Autores: Alec Silva, Baltazar de Andrade e Samuel Cardeal

Ano: 2015

Editora: Independente

Nº de páginas: 50

< A morte é o ponto em comum entre as três histórias que compõem esse livro de Alec Silva, Baltazar de Andrade e Samuel Cardeal, publicado em e-book de forma independente. Os três se consideram escritores inconsequentes e sem pudores ou reservas, mas cada um segue por um caminho distinto em seus respectivos contos para explorar as várias faces da morte. >





quarta-feira, 6 de abril de 2016