sábado, 24 de setembro de 2016

#SetembroAmarelo: Somos programados pra cair?

OI OI OI,

Vocês certamente já ouviram falar do Setembro Amarelo, né? O post de hoje é para levantar a bandeira dessa campanha tão importante. Falar é a melhor solução!

Trouxe para vocês a imagem abaixo com um trecho da música Amianto, da banda Supercombo. Particularmente, acho a letra dessa música maravilhosa, porque mostra que as pessoas com pensamentos suicidas, muitas vezes, só precisam ser ouvidas.

~ Confiram o clipe oficial aqui ~

Moço(a), sai da sacada...

Você é muito novo(a) pra brincar de morrer!

Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, com o objetivo direto de alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção. Ocorre no mês de setembro, desde 2014, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações. O movimento acontece durante todo o mês de setembro em todo o mundo.
Fonte: site oficial da campanha

Eu só descobri essa campanha agora em 2016, mas no ano passado eu li um livro que trata a questão do suicídio de uma forma bem impactante e achei válido fazer esse link. 


Sinopse

Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker - uma colega de classe e antiga paquera -, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

Confiram a resenha completa clicando aqui.

O mundo precisa de mais EMPATIA. Repassem!



sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Trechos marcantes de "O Quinze"

Olá, mergulhadores!

O post de hoje é um especial com frases do livro O Quinze, da escritora cearense Rachel de Queiroz. A obra, que retrata a terrível seca de 1915 no estado do Ceará, é um dos maiores clássicos da nossa literatura. Espero que gostem dos trechos que eu escolhi. Acompanhem!

(cliquem nas imagens para ampliá-las)







PÁGINA 08: "Verde, na monotonia cinzenta da paisagem, só algum juazeiro ainda escapo à devastação da rama; mas em geral as árvores apareciam lamentáveis, mostrando os cotos dos galhos como membros amputados e a casca toda raspada em grandes zonas brancas". 


PÁGINA 30: "Recordando a labuta do dia, o que o dominava agora era uma infinita preguiça da vida, da eterna luta com o sol, com a fome, com a natureza".


PÁGINA 45: "E se não fosse uma raiz de mucunã arrancada aqui e além, ou alguma batata-brava que a seca ensina a comer, teriam ficado todos pelo caminho, nessas estradas de barro ruivo, semeado de pedras, por onde eles trotavam trôpegos, se arrastando e gemendo".


PÁGINA 110: "Ora o amor!... Essa história de amor, absoluto e incoerente, é muito difícil de achar... eu, pelo menos, nunca o vi... o que vejo, por aí, é um instinto de aproximação muito obscuro e tímido, a que a gente obedece conforme as conveniências... Aliás, não falo por mim... que eu, nem esse instinto... Tenho a certeza de que nasci para viver só...".


Quem já leu esse clássico da literatura brasileira? Deixem nos comentários o que vocês acharam. Abraços!


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

      
Eu, todo empolgado, ostentando 
as sacolinhas legais das editoras
Olá, mergulhadores!

Hoje a postagem é sobre a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Aproveitei que estava na capital paulista para participar de um evento acadêmico e não me perdoaria se deixasse escapar essa chance. Consegui pegar só o último dia, mas foi uma experiência maravilhosa. Quase enlouqueci no meio de tantos livros.

Gente, eu confesso que não “forrei a carteira” como gostaria. Mesmo assim, deu para comprar obras interessantes, a preços bem acessíveis. Minha intenção era comprar livros sobre comunicação/jornalismo – que geralmente são muito caros –, então foquei nesta área. 

Meu investimento foi de R$ 82,50 (sete livros totalizando R$ 70,00 + R$ 12,50 da meia entrada). Em outro post, vou mostrar os títulos para vocês.


Aquele momento em que você ama ser estudante
Eu  e minhas amigas inventamos de comprar os ingressos na hora. Já tínhamos sido alertados que não era uma boa ideia, mas resolvemos arriscar. Apesar da fila imensa, até que foi rápido. Entramos por volta das 14h e ficamos umas três horas “batendo perna” por lá (risos).

Outra dica que recebemos era relacionada aos preços das comidas. Disseram que seria melhor levar algum lanche na bolsa/mochila, porque lá era tudo muito caro. Nossa sorte foi que a empolgação com os livros tirou nossa atenção da fome. Não sentimos falta de comida, então seguimos firmes e fortes.


ALÉM DOS LIVROS...

Bate-papo sobre a cultura pernambucana
"Pernambuco sempre teve uma posição de destaque nas artes e na cultura do país, inclusive com grande protagonismo nas letras e escritas pelas vozes daqueles que retrataram suas histórias, projetaram suas tradições e ecoaram suas musicalidades de diversas formas e ritos como na própria literatura, música, cinema e dança.

E parte dessa seara esteve presente em São Paulo, entre 26 de agosto e 04 de setembro de 2016, através do projeto pioneiro “PERNAMBUCO CONTINENTE IMAGINÁRIO – A Literatura de Pernambuco na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2016”.

A iniciativa nasceu da vontade de fortalecer o protagonismo da literatura do estado em um palco nacional e se tornou um sucesso de adesão, contando com vários artistas pernambucanos.

PERNAMBUCO CONTINENTE IMAGINÁRIO é um projeto ousado e corajoso onde a Bienal do Livro - Pernambuco esteve lá na Bienal do Livro SP, numa parceria com a Editora Cubzac, fortalecendo a nossa cultura e nossos artistas."

(Texto adaptado da descrição da página do projeto no Facebook).

Os amantes de poesia também tiveram um cantinho especial no evento
Pessoal, o post de hoje foi só para mostrar um pouco do que eu vi lá no último dia da Bienal. Como eu já falei, vou fazer outra postagem sobre os livros que comprei. Espero que tenham gostado. Abraços!


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

#CONTO: "A Noiva"

Título: A Noiva

Autor: Vitor Emmanuell

Ano de lançamento: 2013

Editora: ***

Nº de páginas: 11


Estava tudo certo: em menos de 24 horas, Amanda se casaria com Bruno. No entanto, as coisas fugiram do controle. De uma hora para outra, a moça queria desistir de tudo. Ela saiu de casa e foi até à igreja. Chegando lá, conheceu Vinícius, um rapaz bem-humorado e prestativo, que rapidamente percebeu que algo a incomodava.

A jovem tinha muitas dúvidas em relação ao sentimento que nutria pelo noivo Bruno. Se não o amava, o ideal seria que não prosseguisse com o casamento, certo? Amanda até que tinha consciência disso, mas teve um choque de realidade quando Vinicius lhe jogou isso na lata.

Os dois acabaram discutindo, mas o “cara da igreja”, como Vinicius se apresentou inicialmente, tinha planos para ele e Amanda. O jovem conseguiu contornar a delicada situação sendo cavalheiro e mostrando àquela noiva indecisa que ela poderia escolher outro destino.


O autor Vitor Emmanuell nasceu em Arapiraca, interior de Alagoas, em 1996. O conto A Noiva foi publicado em 2013, quando ele tinha 18 anos. O jovem escritor mostrou que leva muito jeito com as letras ao apresentar uma história bem amarrada, leve e divertida, em apenas 11 páginas.

Tendo como pano de fundo o casamento, o conto foca nos conflitos que a noiva enfrenta às vésperas da cerimônia. Vitor desenvolveu a narrativa usando um tanto de clichê, de forma que, com o andamento da história, não fiquei muito surpreso com o final. A Noiva fala de amor, insegurança e escolhas. Mesmo não mostrando nenhuma inovação, o conto conseguiu transmitir sua mensagem.


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