segunda-feira, 13 de junho de 2016

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

OI OI OI, mergulhadores!

Três meses depois de postar minhas impressões sobre Harry Potter e a Câmara Secreta, estou aqui para mostrar a vocês o que eu achei do terceiro livro da saga. 

Título: Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Autor(a): J. K. Rowling

Ano de lançamento: 2000

Editora: Rocco

Nº de páginas: 318


Mais uma revisão: O livro teve muitas novidades e a autora ainda mastigou histórias passadas. Destaquei isso como fator positivo no post anterior, mas o recurso só funciona até certo ponto. O problema é que algumas coisas lá do primeiro livro foram relembradas e explicadas sem muita necessidade. Talvez um resumo enxuto causasse o mesmo efeito. 

Quadribol: Corvinal e Grifinória fizeram a melhor partida da série até agora. O contexto contribuiu para isso: mudança repentina de adversário, já que originalmente a Grifinória enfrentaria a Sonserina; vassoura nova de Harry; tempestade na hora do jogo; e a tensão que tomou conta dos envolvidos (antes, durante e depois da partida).

Hermione 1: A personagem tinha conquistado alguns pontos comigo no livro anterior, mas voltou a me incomodar no terceiro volume. O que mais me irritou foi a obsessão dela pelos estudos, deixando os amigos de lado. Achei um comportamento egoísta.

Hermione 2: Por outro lado, o segredo da bruxinha nerd para conseguir dar conta de várias disciplinas foi bem explorado no decorrer do livro. O mistério foi plantado lá no início e explicado nos últimos capítulos.

Sirius Black: O Google Imagens me ajudou muito, já que eu não acompanhei os filmes. Esperava mais da caracterização do temido Sirius Black. Imaginei uma figura muito sinistra e, quando pesquisei, achei o personagem bem “normalzinho”.

Vocês-sabem-quem: Os personagens não falam o nome de vocês-sabem-quem, mas vocês-sabem-quem está muito presente na história, de forma que vocês-sabem-quem não sai da boca deles. Foi cansativo ler diálogos sobre vocês-sabem-quem, porque os personagens têm medo de vocês-sabem-quem e, por isso, não pronunciam o nome de vocês-sabem-quem.

Lupin: Gostei da forma como o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas ensinou os alunos a lidar com os próprios medos. Trazendo para a realidade, todos nós temos o nosso bicho papão.

Snape: O severo e antipático professor me fez rir com suas patadas épicas >>> Cale a boca, srta. Granger!

Sibila Trelawney: Professora bizarra e sem noção. Preencheu a cota de humor do livro.

Profeta Diário: Achei interessante ler as reportagens no livro e ver a credibilidade desse jornal impresso entre os bruxos.

Arre: Quem é que fala isso?

Final: Depois de tanta história, achei que o último capítulo foi fechado às pressas. A Grifinória levou mais um troféu e ponto. 


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