quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

#Resenha: "Fortaleza Digital"

Título: Fortaleza Digital

Autor: Dan Brown

Ano de lançamento: 2005

Editora: Sextante

Nº de páginas: 330



# A história

A Agência de Segurança Nacional (NSA) recorre à Susan Fletcher, chefe do Departamento de Criptografia, quando o computador TRANSLTR, programado para decifrar qualquer código, se depara com um código misterioso que não pode ser quebrado.

A NSA é responsável por monitorar as comunicações de todo o planeta e proteger informações do governo dos Estados Unidos. Agora, Susan descobre que a organização se tornou refém de Ensei Tankado, um gênio da computação.

Para proteger os serviços de inteligência de seu país, a própria vida e a do homem que ama, a bela criptógrafa se envolve em um jogo perigoso, cujas regras não estão bem definidas.

# Opinião

A fórmula de Dan Brown, que tanto me cativou nos livros Anjos e Demônios e O Código da Vinci, também está presente em Fortaleza Digital. Estou falando da teia que envolve ação, suspense, enigmas complexos e muito mais.

A trama se desenvolve em um estilo parecido com os dos outros livros citados. Em todos eles, os protagonistas buscam alguma coisa (e/ou alguém). É uma busca eletrizante. Uma corrida contra o relógio. A narrativa é extremamente ágil e segue por dois caminhos. Acompanhamos os passos do casal protagonista, que estão em lugares diferentes, através de capítulos intercalados. O autor conduz a história assim e as duas partes se cruzam lá na frente.

Tive uma primeira impressão pessimista quando li a sinopse, pois sabia que encontraria dificuldades por conta do tema do livro. De fato, não achei a leitura fácil. Acontece que há várias expressões do mundo da computação e que não são comuns para mim.

No entanto, não estou apontando isso como um ponto falho da obra. Toda a movimentação da história, os personagens bem construídos, as reviravoltas e a escrita envolvente do autor, conseguiram se adequar ao meu “analfabetismo” com relação ao complexo mundo da informática.

Já pertinho do final, achei uma coisa bem frustrante. Foi na parte em que os personagens precisavam desvendar um código. Tinham que usar o raciocínio e o tempo era curto. Na minha opinião, a charada estava muito óbvia, mas eles perderam muito tempo pensando em teorias malucas e ignoraram o que estava na cara deles. Senti um pouco de raiva porque, até ali, todos tinham se mostrado bastante inteligentes. Na hora, eu pensei: essa gente ficou burra de uma hora para outra, ou Dan Brown forçou a barra para tornar tudo mais dramático?

Tirando essa parte, o mergulho terminou com saldo positivo. Conseguiu me prender e me inquietar. Não deixem de ler!


2 comentários:

  1. Parabéns pela resenha Ygo! Já li Fortaleza Digital e curti bastante. Abraço!

    www.newsnessa.com

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